domingo, 12 de junho de 2011

...constelo-me (...) e tenho o meu infinito - Fernando Pessoa


"Cada qual tem o seu álcool. Tenho álcool bastante em existir. Bêbado de me sentir, vagueio e ando certo. Se são horas, recolho-me ao escritório como qualquer outro. Se não são horas, vou até o rio fitar o rio, como qualquer outro. Sou igual. E por detrás de isso, céu meu, constelo-me as escondidas e tenho o meu infinito..." (Bernado Soares)

O livro do Desassossego - Fernando Pessoa

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