Vídeos:
As muitas formas de educação científica (parte 1/4)
As muitas formas de educação científica (parte 2/4)
As muitas formas de educação científica (parte 3/4)
As muitas formas de educação científica (parte 4/4)
Divulgar os benefícios da ciência ajuda a estimular vocações e permite a defesa de maisrecursos para as pesquisas. Consequentemente, mais desenvolvimento, mais avanços. Mas já há quem conteste o rumo do próprio desenvolvimento baseado nas novas tecnologias. Afinal, houve época em que a ciência podia tudo e que tudo seria possível no mundo a partir dos conhecimentos científicos. De repente, o louvado DDT, o pesticida que permitiu o aumento da produção agrícola, revelou-se desastroso para a saúde. Os CFCs dos sprays, geladeiras e ar condicionado começaram a abrir um buraco na camada de ozônio e tiveram de ser retirados de cena. Consta que os primeiros e verdadeiros divulgadores da ciência foram os gregos, com sua preocupação de ensinar a arte de pensar e duvidar; valorizando o pensamento como a grandeforça da vida humana. Repensar e definir o tipo de difusão e educação científica quequeremos é o desafio dos convidados do programa.
Participantes: Maria de Fátima Brito Pereira, socióloga, diretora executiva da Casa da o centro cultural de ciência e tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro –
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As muitas formas de educação científica (parte 1/4)
As muitas formas de educação científica (parte 2/4)
As muitas formas de educação científica (parte 3/4)
As muitas formas de educação científica (parte 4/4)
Divulgar os benefícios da ciência ajuda a estimular vocações e permite a defesa de mais
recursos para as pesquisas. Consequentemente, mais desenvolvimento, mais avanços.
Mas já há quem conteste o rumo do próprio desenvolvimento baseado nas novas
tecnologias. Afinal, houve época em que a ciência podia tudo e que tudo seria possível
no mundo a partir dos conhecimentos científicos. De repente, o louvado DDT, o pesticida
que permitiu o aumento da produção agrícola, revelou-se desastroso para a saúde. Os
CFCs dos sprays, geladeiras e ar condicionado começaram a abrir um buraco na
camada de ozônio e tiveram de ser retirados de cena. Consta que os primeiros e
verdadeiros divulgadores da ciência foram os gregos, com sua preocupação de ensinar
a arte de pensar e duvidar; valorizando o pensamento como a grande
força da vida humana. Repensar e definir o tipo de difusão e educação científica que
queremos é o desafio dos convidados do programa.
Participantes: Maria de Fátima Brito Pereira, socióloga, diretora executiva da Casa da
foi eleita presidente da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência. Henrique
Lins e Barros, doutor em física e pesquisador titular do Centro Brasileiro de Pesquisas
Físicas, já foi diretor do Museu de Astronomia e Ciências Afins, outro espaço dedicado
à popularização da ciência, Ciência – autor de filmes e obras de divulgação científica e
integra o Conselho Editorial do Tome Ciência desde os anos 80. Nélson Maculan Filho,
doutor em engenharia de produção, também conselheiro do programa desde o início,
já foi reitor da UFRJ, Secretário Nacional de Educação Superior e Secretário de Educação
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